COBOL é uma das primeiras linguagens de programação de alto nível disseminada no mundo do Processamento de Dados. Nasceu, graças a iniciativa do Departamento de Defesa Norte-Americano, que presenteou o mundo com esta linguagem fantástica. Sua primeira versão foi lançada em 1961.
Há, com certeza, um exército de pessoas desejando a morte do COBOL. Mas o COBOL é imortal! Este desejo mórbido está ligado, em parte, ao não conhecimento de todo o potencial desta linguagem. As frases absurdas "'O COBOL está desatualizado" e tantas outras, demonstram a ignorância e a falta de com sendo daqueles que as dizem.
Contrariando tais frases e muitas profecias, o COBOL passou da idade de Cristo, e está chegando à idade do lobo, demonstrando assim, a sua força e resistência às intempéries e às más profecias.
Paremos e olhemos para trás. Quantos softwares, entre Linguagens, pseudo-linguagens e outros, em 36 anos, nasceram e morreram? (sem falar nos softwares natimortos). Vários. Mas, e o COBOL? O COBOL continua vivo. E por que o COBOL é imortal? Porque não é propriedade de uma empresa ou grupo de empresas, o que não acontece com os outros softwares, que têm uma software house na qualidade de seu proprietário. O que
acontece quando esta software house encerra as suas atividades, ou quando deixa de dar continuidade a um software? Os seus usuários e clientes ficam desamparados, sem atualizações, sem suporte, sem poder evoluir, comprometendo seu desempenho.
Com certeza, empresas que começaram a usar o COBOL, seja no Mainframe, seja no Micro, não têm, nem terão tal preocupação.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
A história do COBOL
Em 1959, foi tomada a decisão de criar uma fonte de linguagem apropriada para dados comerciais, em uma reunião no Pentágono em Washington, DC.
Os participantes desta reunião eram representantes de usuários de computadores na indústria privada e governo, fábricas de computadores e outras partes interessadas.
O propósito da reunião era discutir a necessidade de uma linguagem geral, direcionada para serviços dentro de dados comerciais, e a possibilidade de criar desta maneira uma linguagem. Como resultado uma comissão foi nomeada com o nome de CODASYL (Conference On Data System Languages).
A comissão começou a analisar as questões discutidas na reunião e uma subcomissão foi, diretamente, incumbida da tarefa de definir uma linguagem adaptada para administrar processamento de dados.
Em 1960, foi publicada a gramática, usualmente chamada Relatório COBOL-60. Esta linguagem continha inúmeros erros e logo foi revisada, em 1961, e o Relatório COBOL-61 foi publicado, formando a base para os mais comuns compiladores COBOL.
A continuação do trabalho da comissão estava mais concentrada em seguir todos os passos originados no Relatório COBOL-61. Isto levou a uma versão ampliada do COBOL, descrita em um Relatório provisório "COBOL-61 - Versão Estendida", que foi publicada em 1962.
Formalmente, isto significava que um número de novos elementos foi adicionado ao Relatório anterior. Um relatório completamente novo foi publicado no fim do ano de 1965, e foi definido como COBOL-65. Ele continha praticamente todos os elementos de "Versão 4 Estendida", porém numa forma totalmente revisada, junto com alguns elementos novos, projetados principalmente por causa do uso expressivo das memórias de acesso aleatório (RAM).
Embora o COBOL tenha sido desenvolvido e mantido pela CODASYL, ele foi também estabelecido como uma Linguagem Padrão pelo Instituto Americano de Padrões Nacionais (ANSI).
Os fornecedores dos compiladores COBOL geralmente se baseavam no COBOL Padrão Nacional Americano. Um padrão inicial, noticiado em 1968, foi revisado em 1974 e novamente na metade dos anos 80.
Os participantes desta reunião eram representantes de usuários de computadores na indústria privada e governo, fábricas de computadores e outras partes interessadas.
O propósito da reunião era discutir a necessidade de uma linguagem geral, direcionada para serviços dentro de dados comerciais, e a possibilidade de criar desta maneira uma linguagem. Como resultado uma comissão foi nomeada com o nome de CODASYL (Conference On Data System Languages).
A comissão começou a analisar as questões discutidas na reunião e uma subcomissão foi, diretamente, incumbida da tarefa de definir uma linguagem adaptada para administrar processamento de dados.
Em 1960, foi publicada a gramática, usualmente chamada Relatório COBOL-60. Esta linguagem continha inúmeros erros e logo foi revisada, em 1961, e o Relatório COBOL-61 foi publicado, formando a base para os mais comuns compiladores COBOL.
A continuação do trabalho da comissão estava mais concentrada em seguir todos os passos originados no Relatório COBOL-61. Isto levou a uma versão ampliada do COBOL, descrita em um Relatório provisório "COBOL-61 - Versão Estendida", que foi publicada em 1962.
Formalmente, isto significava que um número de novos elementos foi adicionado ao Relatório anterior. Um relatório completamente novo foi publicado no fim do ano de 1965, e foi definido como COBOL-65. Ele continha praticamente todos os elementos de "Versão 4 Estendida", porém numa forma totalmente revisada, junto com alguns elementos novos, projetados principalmente por causa do uso expressivo das memórias de acesso aleatório (RAM).
Embora o COBOL tenha sido desenvolvido e mantido pela CODASYL, ele foi também estabelecido como uma Linguagem Padrão pelo Instituto Americano de Padrões Nacionais (ANSI).
Os fornecedores dos compiladores COBOL geralmente se baseavam no COBOL Padrão Nacional Americano. Um padrão inicial, noticiado em 1968, foi revisado em 1974 e novamente na metade dos anos 80.
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